As origens da 2ª Vila do Brasil, Santos, remontam os primeiros aportamentos nas aguas salobras de seu estuário. Trapiches imperiais, escravos e açúcar. Com o ciclo do Café se fizeram as Docas com as famílias Guinle e outras. Por causa desse comercio, o gênio Saturnino de Brito traçou as linhas mestras do urbanismo de Santos com seus bucólicos canais e saneou a cidade que se desenvolveu sempre em choque com o porto, mas por causa dele... E assim estamos ate hoje.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
O MAIOR PECADO PATRIMONIAL HISTÓRICO DE SANTOS
Ricardo Peternella compartilhou a foto de Memória Santista.
20 h ·
Q pena....só sobraram as fotos
O MAIOR PECADO PATRIMONIAL HISTÓRICO DE SANTOS
Se não foi um crime do ponto de vista da legislação (na época não havia leis de proteção ao patrimônio histórico), o foi do ponto de vista moral, um verdadeiro pecado. A suntuosidade do Parque Balneário Hotel era algo inexplicável.
Se não foi um crime do ponto de vista da legislação (na época não havia leis de proteção ao patrimônio histórico), o foi do ponto de vista moral, um verdadeiro pecado. A suntuosidade do Parque Balneário Hotel era algo inexplicável.
Imaginem o que seria hoje este espaço para a cidade de Santos.
Inaugurado em 1914, o complexo (que foi ampliado em 1922) foi considerado como o mais luxuoso empreendimento hoteleiro da América do Sul. Isso mesmo!!! Não é balela! Ali se hospedaram presidentes, reis estrangeiros e artistas de todos os quilates.
Mas a especulação imobiliária foi mais forte e decretou a queda deste gigante em fevereiro de 1975.
Memória Santista vai publicar até o final do ano, algumas imagens do Balneário. Curtam nossa página, compartilhem nossos posts. Estamos aqui para trazer à luz a memória do nosso passado.
Mandem suas imagens também, sempre que quiserem - memoriasantista@terra.com.br
Inaugurado em 1914, o complexo (que foi ampliado em 1922) foi considerado como o mais luxuoso empreendimento hoteleiro da América do Sul. Isso mesmo!!! Não é balela! Ali se hospedaram presidentes, reis estrangeiros e artistas de todos os quilates.
Mas a especulação imobiliária foi mais forte e decretou a queda deste gigante em fevereiro de 1975.
Memória Santista vai publicar até o final do ano, algumas imagens do Balneário. Curtam nossa página, compartilhem nossos posts. Estamos aqui para trazer à luz a memória do nosso passado.
Mandem suas imagens também, sempre que quiserem - memoriasantista@terra.com.br
terça-feira, 9 de dezembro de 2014



Carlos Tebecherani Haddad adicionou 27 novas fotos.
SANTOS, A MELHOR CIDADE DO BRASIL PARA SE VIVER.
A notícia eu já dei, aí em baixo.
As fotos, ofereço agora, para reforçar a notícia.
A notícia eu já dei, aí em baixo.
As fotos, ofereço agora, para reforçar a notícia.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
A RESPOSTA DA ESFINGE A FREDERICO BUSSINGER
http://portogente.com.br/colunistas/frederico-bussinger/o-enigmatico-porto-de-santos-77297
Sábado, 27 Julho 2013 16:24
O enigmático Porto de Santos
“Decifra-me ou te devoro!”
Movimentação de açúcar bate recorde no porto santista
R$ 4 bilhões poderiam ter sido investidos nos últimos anos se não tivessem sido “represados” nas curvas e remansos de um processo decisório tortuoso e adiposo, progressivamente deslocado da Baixada Santista. Se tais investimentos tivessem sido feitos, onde estaria o Porto de Santos hoje? –
é a pergunta inevitável. FREDERICO BUSSINGER
__________________________________
ONDE ESTÃO ESCONDIDOS OS SEGREDOS DO PORTO DE SANTOS?
por Cynthia Esquivel
Eu diria a você, Frederico Bussinger, que e' um monumento vivo na vivência portuária, que as contradições e paradoxos no Porto de Santos emanam de distancias longínquas no tempo e de seus arrededores no espaço, tecendo pelo avesso a urdidura de seu caráter multifacetado, nem sempre percebido com clareza, exigindo vários domínios do saber para ser apreendido em sua inteireza e complexidade.
Santos foi a 2ª Vila na Colônia Portuguesa e sua historia começa através de seu porto de trapiches reais com naus a vela a serem carregadas de açúcar pelos escravos que pisoteavam o lodo do manguezal onde todo o lixo e dejetos da pequena povoação eram descartados.
Na magnifica obra de Marina Tucunduva Bittencourt Porto Vieira, tão singela e despretensiosa, mas envolvente e de grande e impactante peso histórico sobre o Asilo de Órfãos de Santos na Engrenagem da Cidade (tese apresentada `a Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, para obtenção do titulo de Doutor em Educação e Historiografia, sob orientação da Dª Marta M Chagas de Carvalho, em 2011), podemos observar essa construção enigmática da importância do Porto de Santos, minuciosamente.
Conduzida como um romance, a historia de Santos, do Porto, do Café e do Asilo de Órfãos (originariamente Associação Protetora da Infância Desvalida) se mesclam com as famílias originarias da Cidade, das quais, com orgulho, faço parte. Pois que meu bizavo, Dr. Arlindo Ramires Esquivel Junior, Medico pela Faculdade Imperial do Rio de Janeiro, casado com Dona Hermelinda de Suplicy, dedicado `as epidemias da época, que tantos órfãos deixou nos cortiços dos imigrantes de Santos, tornou-se um dos integrantes fundadores do Asilo. Também foi um dos fundadores do Clube XV de Santos em 1869, sendo seu Presidente em 1884.
Descendente de Bernardo Ramires Esquivel, Aristocrata, Almirante da Frota Portuguesa no século XVIII, D. Bernardo Ramires Esquível (1723 - 1812), 1.º Barão de Arruda, 1º Visconde de Estremoz, Conselheiro de Guerra e do Almirantado, Almirante da Armada Real e Comandante do Corpo da Marinha em Portugal (http://pt.wikipedia.org/wiki/Visconde_de_Estremoz);“Um vassalo fiel com amor a seu Augusto Príncipe Soberano, zeloso do Real Serviço e amante da Pátria” - Como consta em outra magnífica obra de Mestrado em Historia Marítima, na Universidade de Lisboa , Faculdade de Letras, Departamento de Historia, em 2011, de Pedro Miguel Nazaré Pereira, sob o titulo: "BERNARDO RAMIRES ESQUIVEL (1723-1812) Aristocracia e Oficio nos Finais do Antigo Regime". Que deixou enorme espolio de documentos no arquivo central da marinha com duas caixas com 569 documentos manuscritos e varias pastas com informação sobre seus filhos e familiares.
http://repositorio.ul.pt/handle/10451/6812
http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/6812/1/ulfl107710_tm.pdf
________________________________________
Bernardo Ramires Esquível, 1º Barão de Arruda e o 1º Visconde de Estremoz, nasceu a 29/07/1723 e faleceu a 26/11/1812. Foi um distinto Oficial da Marinha, registando uma gloriosa carreira naval: entrou para a Marinha como soldado no Regimento da Armada (27/07/1744), foi promovido a Alferes no mesmo Regimento - 13/03/1751, Capitão-tenente - 15/07/1752, Capitão-de-mar-e-guerra - 24/01/1762, Coronel-de-mar - 15/09/1780, Marechal de campo, com exercício na Marinha - 28/09/1784, conselheiro do Almirantado - 29/04/1795, Almirante graduado - 5/06/1797 e Almirante efectivo -12/07/1801. Comandante do Corpo da Marinha de Guerra, como Lugar-tenente do Infante D. Pedro Carlos, destacando-se, ainda, o comandando da Esquadra que socorreu Mazagão, e no ataque a Argel. Conselheiro da Rainha D. Maria I e do Rei D. João VI e pertenceu ao Conselho de Guerra. Comendador da Ordem de Santiago da Espada, Comendador da Casa da Índia, na Ordem de Cristo, cavaleiro professo na mesma ordem e senhor de vários vínculos.
https://arquivohistorico.marinha.pt/details?id=3758
_________________________________
Fazendo parte dessas linhagens e fidalguia, as originárias famílias santistas entreteceram sobre si e sua prole a tradição da nobreza, da distinção e de valores éticos que mantiveram em Santos a tradição e criaram o pioneirismo de ilustres cidadãos que contribuíram desde o Império com a história da nação. Forjaram seus rumos e indicaram a vanguarda através da cultura refinada, num harmonioso paradoxo que se reflete na própria vida da cidade: um arraigado tradicionalismo e a forte atuação política metropolitana.
Só santistas de raiz para avaliar a força desse contraponto.
(continua)
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Nossa Fauna Portuaria
NOSSO
PORTO
O porto foi o ponto gerador da cidade de Santos, já que próximo ao ancoradouro escolhido por Brás Cubas foram construídos em 1543 uma capela e um hospital que seriam o núcleo da cidade ocupando a margem direita do que viria a ser chamado de Estuário de Santos. |
Estuário
da Baixada Santista
|
Vista
Aérea do Porto de Santos
|
O
crescimento do porto foi inexorável ao longo de toda a margem oposta,
já na Ilha de Santo Amaro, onde foram construídos terminais
particulares e pátios de movimentação de carga.
Hoje, o porto se estende por 12 km, entre a Ponta da Praia e a altura da Ilha dos Bagres, e movimenta mais de 70 milhões de toneladas de carga por ano. O Porto de Santos e os terminais existentes em Vicente de Carvalho, na margem esquerda do Estuário, existem sobre antigos manguezais que se estendiam até a Ponta da Praia.* As aves que hoje em dia freqüentam o Porto de Santos são oriundas dos manguezais próximos, ou da própria cidade. Algumas são oportunistas, como as pombas que se alimentam do que encontram no solo, assim como grãos entre os trilhos dos trens. Estas, por sua vez, são o alimento preferido do falcão-peregrino (Falco peregrinus) que freqüenta o porto entre a primavera e o verão.
*Fonte: OLMOS, F & SILVA, R.S. Guará Ambiente, Flora e Fauna dos manguezais de Santos-Cubatão. 2003. Editora Empresa das Artes. 216p. |
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REFERÊNCIAS
BIBLIOGRAFICAS
BRETAS, E. & SIGRIST, T: Desenho Científico de Aves. Anais do V Congresso Brasileiro de Ornitologia, UNICAMP, Campinas, 1996.
BRETAS, E. & SIGRIST, T: Desenho Científico de Aves. Anais do V Congresso Brasileiro de Ornitologia, UNICAMP, Campinas, 1996.
CAMARGO,
H: Sobre uma pequena coleção de aves de Boracéia
e do Varjão do Guaratuba (Estado de São Paulo). Papéis
Avulsos do Departamento de Zoologia, SP, 7(11): pág.143-164, 1946.
DEVELEY,
PEDRO F: Aves da Grande São Paulo. Aves e Fotos Editora, São
Paulo, 2004. 1ª edição.
HÖFLING, ELIZABETH-ALMEIDA DE CAMARGO, HÉLIO F: Aves no Campus, EDUSP. São Paulo (3ª Edição), 1999.
HÖFLING, ELIZABETH-ALMEIDA DE CAMARGO, HÉLIO F: Aves no Campus, EDUSP. São Paulo (3ª Edição), 1999.
MOORE, HOWARD
R, A:. A complete checklist of te birds of the world. 2. ed. London, Academic
Press. 622 p. 1991.
OLMOS, F
& SILVA, R.S. Guará – Ambiente, Flora e Fauna dos Manguezais
de Santos-Cubatão. Editora Empresa das Artes, 2003.
RUSCHI, AUGUSTO:
Aves do Brasil – Editora Rios, São Paulo, 1981.
SCHAUENSEE,
R.M: A Guide to the Birds of South America. ICBP, 498 p., 1982.
SICK, HELMUT: Ornitologia Brasileira. Ed. Nova Fronteira, 1997.
SOUZA, DEODATO: Todas as aves do Brasil. Editora DALL. 1998.
WILLIS, EDWIN
O’ NEIL, Ilustrações: SIGRIST TOMAS. Aves do Estado
de São Paulo. SICK, HELMUT: Ornitologia Brasileira. Ed. Nova Fronteira, 1997.
SOUZA, DEODATO: Todas as aves do Brasil. Editora DALL. 1998.
http://portogente.com.br/avesnoporto/
sábado, 22 de fevereiro de 2014
ONDE ESTAO OS COELHOS DESSA CORTOLA?
Terça, 15 Novembro 2011 22:01
SEP coloca “no forno” acordo da dívida da Libra com o Porto de Santos
Escrito por Redação Portogente
Com
“malabarismos” contábeis que reduzem em algumas vezes uma dívida de
mais de 1 bilhão de reais com uma estatal, e justificados por um
investimento da empresa privada,
a Secretaria de Portos (SEP) está finalizando acordo entre a Companhia
Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e a Libra Terminais, no Porto de
Santos.
A dívida
foi até reconhecida na 4ª Vara Federal de Santos. No entanto, ainda
está sem resposta, porque a Codesp resolveu discutir diretamente com a
Libra depois que seu jurídico conseguiu sentença favorável na Justiça.
Mistérios.
Negociação,
aliás, que se arrasta há mais de dois anos e extrapola o prazo que a
Advocacia-Geral da União (AGU) autoriza para que ela ocorra.
Nesse
período foi preparado o lance de mestre. Um projeto de ampliação das
instalações da Libra Terminais no Porto de Santos, e que deverá demandar
investimentos superiores ao abatimento da dívida, faz parte do acordo
que tramitou pela AGU, pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários
(Antaq) e “marca no gelo”, ou seja, desobriga essa empresa de pagar
quase dois terços dos valores devidos e estabelecidos no contrato de
arrendamento da área portuária.
Além
de prejudicar os cofres públicos, fazer investimento na melhoria de
infraestrutura privada com dinheiro que deveria ser pago à Codesp, cria
favorecimento e prejudica a competição objeto da Lei 8.630/93.
E a possibilidade de tirar coelho da cartola não para por aí.
Contratados sem licitação, as obras e equipamentos desse investimento
privado não possibilitarão a apuração transparente dos valores
negociados.
Porém,
todo esse arranjo não evita o questionamento do Ministério Público.
Quem vai assinar o que foi arranjado serão os diretores da Codesp. Com
pouca expectativa de permanecerem no cargo, com certeza essa diretoria
deve estar pensando se convém levar tamanha encrenca para casa. Foi o
que concluíram os diretores da gestão anterior que não quiseram assinar o
acordo dessa dívida.
Leia também* Ação popular sobre o caso Libra Terminais-Codesp no Ministério Público* Libra mágica
* Embalando a Libra
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