quinta-feira, 27 de agosto de 2015

https://scontent-gru1-1.xx.fbcdn.net/hphotos-xal1/v/t1.0-9/11951753_944729498898396_2486172435880022135_n.jpg?oh=873ff38cf1d95596af2c952da068a89d&oe=5638CE61

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O MAIOR PECADO PATRIMONIAL HISTÓRICO DE SANTOS

Q pena....só sobraram as fotos
 
 
 
 
 
 
 
 
O MAIOR PECADO PATRIMONIAL HISTÓRICO DE SANTOS

Se não foi um crime do ponto de vista da legislação (na época não havia leis de proteção ao patrimônio histórico), o foi do ponto de vista moral, um verdadeiro pecado. A suntuosidade do Parque Balneário Hotel era algo inexplicável. 

Imaginem o que seria hoje este espaço para a cidade de Santos.

Inaugurado em 1914, o complexo (que foi ampliado em 1922) foi considerado como o mais luxuoso empreendimento hoteleiro da América do Sul. Isso mesmo!!! Não é balela! Ali se hospedaram presidentes, reis estrangeiros e artistas de todos os quilates.

Mas a especulação imobiliária foi mais forte e decretou a queda deste gigante em fevereiro de 1975.
Memória Santista vai publicar até o final do ano, algumas imagens do Balneário. Curtam nossa página, compartilhem nossos posts. Estamos aqui para trazer à luz a memória do nosso passado.

Mandem suas imagens também, sempre que quiserem - memoriasantista@terra.com.br

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Foto de Carlos Tebecherani Haddad.Foto de Carlos Tebecherani Haddad.
Foto de Carlos Tebecherani Haddad.
 
 
 
 
 
 
 
Carlos Tebecherani Haddad adicionou 27 novas fotos.
SANTOS, A MELHOR CIDADE DO BRASIL PARA SE VIVER.
A notícia eu já dei, aí em baixo.
As fotos, ofereço agora, para reforçar a notícia.


terça-feira, 21 de outubro de 2014

A RESPOSTA DA ESFINGE A FREDERICO BUSSINGER


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 http://portogente.com.br/colunistas/frederico-bussinger/o-enigmatico-porto-de-santos-77297
Sábado, 27 Julho 2013 16:24

O enigmático Porto de Santos

“Decifra-me ou te devoro!”





 Movimentação de açúcar bate recorde no porto santista

R$ 4 bilhões poderiam ter sido investidos nos últimos anos se não tivessem sido “represados” nas curvas e remansos de um processo decisório tortuoso e adiposo, progressivamente deslocado da Baixada Santista. Se tais investimentos tivessem sido feitos, onde estaria o Porto de Santos hoje? – 
é a pergunta inevitável. FREDERICO BUSSINGER
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ONDE ESTÃO ESCONDIDOS OS SEGREDOS DO PORTO DE SANTOS?
por Cynthia Esquivel

Eu diria você, Frederico Bussinger, que e' um monumento vivo na vivência portuária, que as contradições e paradoxos no Porto de Santos emanam de distancias longínquas no tempo e de seus arrededores no espaço, tecendo pelo avesso a urdidura de seu caráter multifacetado, nem sempre percebido com clareza, exigindo vários domínios do saber para ser apreendido em sua inteireza e complexidade.

Santos foi a 2ª Vila na Colônia Portuguesa e sua historia começa através de seu porto de trapiches reais com naus a vela a serem carregadas de açúcar pelos escravos que pisoteavam o lodo do manguezal onde todo o lixo e dejetos da pequena povoação eram descartados. 

Na magnifica obra de Marina Tucunduva Bittencourt Porto Vieira, tão singela e despretensiosa, mas envolvente e de grande e impactante peso histórico sobre o Asilo de Órfãos de Santos na Engrenagem da Cidade  (tese apresentada `a Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, para obtenção do titulo de Doutor em Educação e Historiografia, sob orientação da Dª Marta M Chagas de Carvalho, em 2011), podemos observar essa construção enigmática da importância do Porto de Santos, minuciosamente.

Conduzida como um romance, a historia de Santos, do Porto, do Café e do Asilo de Órfãos (originariamente Associação Protetora da Infância Desvalida) se mesclam com as famílias originarias da Cidade, das quais, com orgulho, faço parte. Pois que meu bizavo, Dr. Arlindo Ramires Esquivel Junior, Medico pela Faculdade Imperial do Rio de Janeiro, casado com Dona Hermelinda de Suplicy, dedicado `as epidemias da época, que tantos órfãos deixou nos cortiços dos imigrantes de Santos, tornou-se um dos integrantes fundadores do Asilo. Também foi um dos fundadores do Clube XV de Santos em 1869, sendo seu Presidente em 1884. 

Descendente de Bernardo Ramires EsquivelAristocrata, Almirante da Frota Portuguesa no século XVIII, D. Bernardo Ramires Esquível (1723 - 1812), 1.º Barão de Arruda, 1º Visconde de Estremoz, Conselheiro de Guerra e do Almirantado, Almirante da Armada Real e Comandante do Corpo da Marinha em Portugal (http://pt.wikipedia.org/wiki/Visconde_de_Estremoz);“Um vassalo fiel com amor a seu Augusto Príncipe Soberano, zeloso do Real Serviço e amante da Pátria” - Como consta em outra magnífica obra de Mestrado em Historia Marítima, na Universidade de Lisboa , Faculdade de Letras, Departamento de Historia, em 2011, de Pedro Miguel Nazaré Pereira, sob o titulo: "BERNARDO RAMIRES ESQUIVEL (1723-1812) Aristocracia e Oficio nos Finais do Antigo Regime". Que deixou enorme espolio de documentos no arquivo central da marinha com duas caixas com 569 documentos manuscritos e varias pastas com informação sobre seus filhos e familiares.

http://repositorio.ul.pt/handle/10451/6812
http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/6812/1/ulfl107710_tm.pdf 

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Bernardo Ramires Esquível, 1º Barão de Arruda e o 1º Visconde de Estremoz, nasceu a 29/07/1723 e faleceu a 26/11/1812. Foi um distinto Oficial da Marinha, registando uma gloriosa carreira naval: entrou para a Marinha como soldado no Regimento da Armada (27/07/1744), foi promovido a Alferes no mesmo Regimento - 13/03/1751, Capitão-tenente - 15/07/1752, Capitão-de-mar-e-guerra - 24/01/1762, Coronel-de-mar - 15/09/1780, Marechal de campo, com exercício na Marinha - 28/09/1784, conselheiro do Almirantado - 29/04/1795, Almirante graduado - 5/06/1797 e Almirante efectivo -12/07/1801. Comandante do Corpo da Marinha de Guerra, como Lugar-tenente do Infante D. Pedro Carlos, destacando-se, ainda, o comandando da Esquadra que socorreu Mazagão, e no ataque a Argel. Conselheiro da Rainha D. Maria I e do Rei D. João VI e pertenceu ao Conselho de Guerra. Comendador da Ordem de Santiago da Espada, Comendador da Casa da Índia, na Ordem de Cristo, cavaleiro professo na mesma ordem e senhor de vários vínculos. 
https://arquivohistorico.marinha.pt/details?id=3758
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Fazendo parte dessas linhagens e fidalguia, as originárias famílias santistas entreteceram sobre si e sua prole a tradição da nobreza, da distinção e de valores éticos que mantiveram em Santos a tradição e criaram o pioneirismo de ilustres cidadãos que contribuíram desde o Império com a história da nação. Forjaram seus rumos e indicaram a vanguarda através da cultura refinada, num harmonioso paradoxo que se reflete na própria vida da cidade: um arraigado tradicionalismo e a forte atuação política metropolitana.
Só santistas de raiz para avaliar a força desse contraponto.


(continua)




sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Nossa Fauna Portuaria

NOSSO PORTO

O porto foi o ponto gerador da cidade de Santos, já que próximo ao ancoradouro escolhido por Brás Cubas foram construídos em 1543 uma capela e um hospital que seriam o núcleo da cidade ocupando a margem direita do que viria a ser chamado de Estuário de Santos.
 
 

Estuário da Baixada Santista

Vista Aérea do Porto de Santos

 
O crescimento do porto foi inexorável ao longo de toda a margem oposta, já na Ilha de Santo Amaro, onde foram construídos terminais particulares e pátios de movimentação de carga.

Hoje, o porto se estende por 12 km, entre a Ponta da Praia e a altura da Ilha dos Bagres, e movimenta mais de 70 milhões de toneladas de carga por ano. O Porto de Santos e os terminais existentes em Vicente de Carvalho, na margem esquerda do Estuário, existem sobre antigos manguezais que se estendiam até a Ponta da Praia.*

As aves que hoje em dia freqüentam o Porto de Santos são oriundas dos manguezais próximos, ou da própria cidade. Algumas são oportunistas, como as pombas que se alimentam do que encontram no solo, assim como grãos entre os trilhos dos trens. Estas, por sua vez, são o alimento preferido do falcão-peregrino (Falco peregrinus) que freqüenta o porto entre a primavera e o verão.



AVES OBSERVADAS NO PORTO (PONTA DA PRAIA)
Clique nas imagens para abrir as janelas com as descrições das aves

Biguá
Fragata
Garça-branca-gr
Garça-branca-pq
Garça-azul
         
Socó-dorminhoco
Urubu
Falcão-peregrino
Corta-mar
Gaivotão
         
 
Trinta-réis
Pombo-doméstico
Asa-branca
Martim-pescador
 
         

       

     

*Fonte: OLMOS, F & SILVA, R.S. Guará Ambiente, Flora e Fauna dos manguezais de Santos-Cubatão. 2003. Editora Empresa das Artes. 216p.
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
BRETAS, E. & SIGRIST, T: Desenho Científico de Aves. Anais do V Congresso Brasileiro de Ornitologia, UNICAMP, Campinas, 1996.
CAMARGO, H: Sobre uma pequena coleção de aves de Boracéia e do Varjão do Guaratuba (Estado de São Paulo). Papéis Avulsos do Departamento de Zoologia, SP, 7(11): pág.143-164, 1946.
DEVELEY, PEDRO F: Aves da Grande São Paulo. Aves e Fotos Editora, São Paulo, 2004. 1ª edição.

HÖFLING, ELIZABETH-ALMEIDA DE CAMARGO, HÉLIO F: Aves no Campus, EDUSP. São Paulo (3ª Edição), 1999.
MOORE, HOWARD R, A:. A complete checklist of te birds of the world. 2. ed. London, Academic Press. 622 p. 1991.
OLMOS, F & SILVA, R.S. Guará – Ambiente, Flora e Fauna dos Manguezais de Santos-Cubatão. Editora Empresa das Artes, 2003.
RUSCHI, AUGUSTO: Aves do Brasil – Editora Rios, São Paulo, 1981.
SCHAUENSEE, R.M: A Guide to the Birds of South America. ICBP, 498 p., 1982.

SICK, HELMUT: Ornitologia Brasileira. Ed. Nova Fronteira, 1997.

SOUZA, DEODATO: Todas as aves do Brasil. Editora DALL. 1998.
WILLIS, EDWIN O’ NEIL, Ilustrações: SIGRIST TOMAS. Aves do Estado de São Paulo. 


http://portogente.com.br/avesnoporto/
 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

ONDE ESTAO OS COELHOS DESSA CORTOLA?

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Terça, 15 Novembro 2011 22:01

SEP coloca “no forno” acordo da dívida da Libra com o Porto de Santos

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Com “malabarismos” contábeis que reduzem em algumas vezes uma dívida de mais de 1 bilhão de reais com uma estatal, e justificados por um investimento da empresa  privada, a Secretaria de Portos (SEP) está finalizando acordo entre a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e a Libra Terminais, no Porto de Santos.
A dívida foi até reconhecida na 4ª Vara Federal de Santos. No entanto, ainda está sem resposta, porque a Codesp resolveu discutir diretamente com a Libra depois que seu jurídico conseguiu sentença favorável na Justiça. Mistérios.
Negociação, aliás, que se arrasta há mais de dois anos e extrapola o prazo que a Advocacia-Geral da União (AGU) autoriza para que ela ocorra.
Nesse período foi preparado o lance de mestre. Um projeto de ampliação das instalações da Libra Terminais no Porto de Santos, e que deverá demandar investimentos superiores ao abatimento da dívida, faz parte do acordo que tramitou pela AGU, pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e “marca no gelo”, ou seja, desobriga essa empresa de pagar quase dois terços dos valores devidos e estabelecidos no contrato de arrendamento da área portuária.
Além de prejudicar os cofres públicos, fazer investimento na melhoria de infraestrutura privada com dinheiro que deveria ser pago à Codesp, cria favorecimento e prejudica a competição objeto da Lei 8.630/93. E a possibilidade de tirar coelho da cartola não para por aí. Contratados sem licitação, as obras e equipamentos desse investimento privado não possibilitarão a apuração transparente dos valores negociados.
Porém, todo esse arranjo não evita o questionamento do Ministério Público. Quem vai assinar o que foi arranjado serão os diretores da Codesp. Com pouca expectativa de permanecerem no cargo, com certeza essa diretoria deve estar pensando se convém levar tamanha encrenca para casa. Foi o que concluíram os diretores da gestão anterior que não quiseram assinar o acordo dessa dívida.
Leia também* Ação popular sobre o caso Libra Terminais-Codesp no Ministério Público
* Libra mágica
Embalando a Libra

ONDE ESSE ACORDO SE AMARRA?

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Segunda, 07 Outubro 2013 13:58

As bondades da Codesp com a Libra Terminais

Escrito por 
   
O mundo portuário nacional já sabe que uma dívida milionária da Libra Terminais com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), autoridade portuária do Porto de Santos (litoral paulista), rola por corredores brasilienses há muito tempo, mesmo tendo uma decisão judicial favorável à Codesp. Todavia, não sabe que essa mesma empresa recebeu mais um benefício de “pai para filho” dessa mesma autoridade portuária.
Leia também
* SEP coloca “no forno” acordo da dívida da Libra com o Porto de Santos
* Devassa também no acordo entre Libra e Codesp?
* As confusões do presidente da Codesp sobre a dívida da Libra
Vamos aos fatos.
1- A Libra Terminais comprou o contrato da NST licitado com o objeto de movimentação de açúcar, no armazém 33, no cais santista. Ato contínuo, com os “olhos e coração” meigos da Codesp, a empresa não encontrou dificuldade para desrespeitar a lei e mudar, sem licitação, o objeto do contrato em vigência de terminal açucareiro para pátio de contêineres. Levando-se em conta a demanda do mercado e sem necessidade de ser um grande matemático, dá para entender que a Libra foi premiada com uma tremenda vantagem competitiva. Tinha apenas um porém: ela estava obrigada a devolver para a Codesp os shiploaders para carregamento de navios com açúcar.
2- Com o início das obras para construção do pátio de contêineres, a Codesp resolveu fazer um leilão desses equipamentos, mesmo sem ainda os ter recebido de volta. Como o valor mínimo exigido de lance era muito acima do de mercado, a oferta a menor da TGrão (Terminal de Graneis AS) foi rejeitada.
3- A Libra ficou com esse equipamento de presente. E o que é pior: recentemente o vendeu por preço inferior ao que foi ofertado pela TGrão. Alega que vai instalar equipamento de maior valor para movimentação de contêineres.
Assusta o mundo portuário e a sociedade imaginar qual tipo de “cordão umbilical” liga tão fortemente a Codesp e a Libra Terminais. Enquanto isso, órgãos de fiscalização em Brasília continuam sem ajustar adequadamente os binóculos em direção ao maior porto do País e a boa prática pública fica a ver navios.